O hábito na maneira de pensar

Dia desses estava usando Linux, o que não costumo fazer com freqüência. Linux, para quem não sabe (ninguém é obrigado a saber), é um sistema operacional para computadores, alternativo ao Windows. Diferentemente do Windows, ele tem o código aberto (pode e é construído pela comunidade de programadores ao redor do mundo) e é gratuito. Não sei exatamente qual versão era que eu usava, mas tinha uma particularidade que me levou à reflexão de hoje. O botão de “fechar” (aquele com um xis vermelho) fica localizado à esquerda da tela, e não à direita, como é costume no Windows.

Isso me levou a romper uma barreira no cérebro. Pensar “Nossa, que estranho”, na hora. Depois fui refletir. É engraçado como nos habituamos a certas coisas e as naturalizamos, não é? Como o lugar “correto” do botão de fechar. Se aquilo muda, nosso cérebro estranha. Nos habituamos. É bom mudar essas coisas assim, pois faz seu cérebro começar a pensar, raciocinar de fato. Triste que a maioria das pessoas não veria assim. Gostam das coisas a que estão habituadas e querem permanecer nelas. Já eu, comecei a pensar seriamente em trocar meu sistema para Linux só por causa do botão de fechar. Me faz pensar. Até eu me acostumar com ele na esquerda. Aí troco de volta.

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Sobre Márcio Carlomagno

Mestrando em Ciência Política. Formado em Comunicação Social e em Gestão Pública. Um curioso e um palpiteiro sobre a sociedade, a política, as artes, e de tudo um pouco.
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